APROPRIAÇÃO DO ESPAÇO COM O CORPO
APROPRIAÇÃO DO ESPAÇO COM O CORPO
PARKUOR
PARKUOR
PARKUOR: é um treino de transposição de obstáculos do seu
ambiente, como escalar muros, equilibrar em corrimãos, ou saltar sobre vãos.
Porém, mais do que isso, é a incessante busca pelo desenvolvimento da autonomia
de nosso corpo e mente sobre os desafios do cotidiano. Buscamos isso através do
trabalho de força, resistência, explosão muscular, equilíbrio, determinação,
concentração, persistência, entre vários outros atributos físicos e mentais
necessários para alcançar o nosso potencial. É também uma forma de desenvolver
as capacidades físicas das crianças, de redescobrir o vigor que os adultos
acreditavam ter perdido, e proporcionar uma grande satisfação emocional e
melhoras nos mais diversos aspectos da vida.
https://www.google.com.br/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=2&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwjawfDyrZLXAhWFGpAKHcSLAuEQFgg1MAE&url=http%3A%2F%2Fwww.tracer.com.br%2Fparkour%2F&usg=AOvVaw0n5aHO6bZ2xeFotUvxtD4HDERIVA
DERIVA: Aplicada como um exercício de perder-se no
território para descobri-lo e decifrá-lo, a Deriva contraria as fórmulas do
reconhecimento cotidiano, induzido e superficial para desenvolver a percepção e
a análise crítica do espaço e do tempo reais onde e quando vivemos. A favor do
conhecimento liberado da rotina involuntária e das influências impostas pela
“indução” e pelo “comportamento”, a Deriva se destina a superar a visão do
território como terreno de atividades massificadas e previsíveis, a estimular a
participação dos seres humanos enquanto personagens vivedores e não simples
atores figurantes. Por eliminar as censuras impostas pelo condicionamento,
o deslocamento intencionalmente fugidio,
aleatório e sem rumo da Deriva revela os efeitos psicogeográficos do território
sobre seus usuários; por combater os mecanismos de alienação e estratificação
da vida social, a Deriva elimina as barreiras físicas e as patologias mentais
exercidas pelo planejamento fragmentário e segregador do território; por eliminar os instrumentos racionais de conduta
passiva substituindo-a pelo comportamento participativo a Deriva propõe a
apropriação consciente dos espaços de habitar e a construção de um novo
urbanismo.
FLÂNUER
FLÂNUER: No século XIX, o poeta francês Charles Baudelaire e
o filósofo alemão Walter Benjamin definiram como flâneur a figura que vaga na
cidade a fim de experimentá-la. Este ser nasceu justamente na modernidade,
sentindo-se incomodado com as transformações geradas pela Revolução Industrial
e não se identificando com o novo estilo de vida que surgia. O flâneur é um observador
que caminha tranquilamente pelas ruas, absorvendo cada detalhe sem ser notado,
sem se inserir naquele contexto e que busca uma nova percepção da cidade,
tomando-a como fonte de inspiração.
ROLEZINHO
ROLEZINHO: Diminutivo de rolê ou rolé, gíria brasileira,
significa "fazer um pequeno passeio com um grupo de amigos" ou
"dar uma volta" é um neologismo para definir um tipo de flash mob ou
coordenação de encontros simultâneos de centenas de pessoas em locais como
praças, parques públicos e shopping centers.Os encontros são marcados pela
internet, quase sempre por meio de redes sociais como o Facebook.
O fenômeno tem ocorrido principalmente em São Paulo, mas já
houve encontros semelhantes em Guarulhos, Campinas. Tentativas foram
registradas nos municípios de Belo Horizonte, Contagem e Rio de Janeiro, além
de uma não-classificada situação em Vitória. Há registros também de rolezinhos
em parques.
Os rolezinhos vêm ganhando destaque no noticiário brasileiro
devido a supostos delitos cometidos por alguns participantes, como tumultos,
furtos e agressões. Por outro lado, o fenômeno é analisado por alguns
sociólogos e professores de ensino superior como sendo um "apartheid"
social que denuncia a desigualdade social e racial no país.
FLASH MOBS: são aglomerações instantâneas de pessoas em um
local público para realizar determinada ação inusitada previamente combinada,
estas se dispersando tão rapidamente quanto se reuniram. A expressão geralmente
se aplica a reuniões organizadas através de e-mails ou meios de comunicação
social.
O uso do termo flash mob data de aproximadamente 1800, porém
não da maneira como o conhecemos hoje. O termo foi usado para descrever um
grupo de prisioneiras da Tasmânia baseado no termo flash language para o jargão
que estas prisioneiras utilizavam. Ainda nesta época o termo australiano flash
mob foi usado para designar um segmento da sociedade, e não um evento, não
demonstrando nenhuma outra similaridade com o termo moderno ou os eventos
descritos por ele. Assim damos os fatos sem fala e sim por atos.
SKATEBOARDING
SKATEBOARDING: Termo em inglês também denominado no Brasil
por esqueitismo, ou esqueite é um esporte que consiste em deslizar sobre o solo
e obstáculos equilibrando-se numa prancha, chamada também de esqueite ou skate,
dotada de quatro pequenas rodas e dois eixos chamados de trucks. Com a prancha
de esqueite, executam-se manobras de baixos a altos graus de dificuldade. No
Brasil, o praticante de skate recebe o nome de «skatista» ou «esqueitista»,
enquanto que, em Portugal, chama-se skater. O esqueitismo é considerado um
esporte radical, dado seu aspecto criativo, cuja proficiência é verificada pelo
grau de dificuldade dos movimentos executados.
O desporto foi inventado na Califórnia, nos Estados Unidos.
O crescimento do "surfe no asfalto" se deu de uma maneira tão grande
que muitos dos jovens da época se renderam ao novo esporte chamado
"skate". Surgiam, então, os primeiros skatistas da época. Em 2016,
foi anunciado pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) que o skate, a partir de
2020, no Japão, será um esporte olímpico.








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